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quinta-feira, 11 de março de 2010

Regalias: benefício ou malefício?






O Flamengo possui o ataque mais badalado do Brasil. Adriano e Vagner Love são os protagonistas do “Império do Amor”, uma alusão ao apelido de “Imperador” do primeiro e o sobrenome do segundo.

Ambos têm no currículo passagens pela Seleção Brasileira e são devidamente reconhecidos mundialmente pela qualidade, técnica e gols pelos clubes que passaram. Ganham um alto salário e possuem um padrão de vida muito acima da média do nosso país.

Recentemente o dirigente rubro-negro, Marcos Braz, admitiu que os jogadores gozam de regalias e apresentou suas justificativas que motivassem tal benefício, para dizer que os atletas fazem jus a um tratamento diferenciado dentro do clube.

Só esse ano Adriano pediu onze dispensas de treinamentos, todas com o aval da diretoria, que parece não gostar de contrariar o craque que “abandonou” o futebol por um mês, ao deixar a Inter de Milão e logo em seguida acertar com o clube carioca. Ao lado da família, amigos e da comunidade (Vila Cruzeiro) no qual nasceu e foi criado, o camisa 10 reencontrou seu bom futebol, marcando importantes gols que levaram o Flamengo ao hexacampeonato brasileiro no ano passado.

Todavia, o “Imperador” se envolveu numa recente briga com sua noiva em uma favela do Rio e foi manchete de todos os jornais. A partir daí questionamentos sobre alcoolismo, drogas, peso e se será ou não convocado para a Copa do Mundo voltaram à tona, fazendo, inclusive, que o atleta perdesse um patrocínio de R$ 400.000,00, pois a empresa não quis mais associar sua marca ao jogador.

Seguindo outra conduta, Vagner Love é um dos mais dedicados do elenco, sempre chegando antes e saindo depois dos treinamentos, desprezando suas regalias e mostrando muito profissionalismo. O camisa nove é o artilheiro isolado do Estadual e já deixou sua marca na Libertadores.

O grande questionamento é: se ambos tem a mesma regalia, como podem agir de forma tão distinta? Enquanto um usufrui muito mais do que deveria, o outro vem mostrando muito empenho, abrindo mão dos beneficios. Da mesma forma que Adriano não consegue voltar a sua melhor forma, Vagner Love mostra muita disposição.

Ao tirar proveito o tratamento diferenciado, Adriano parece um pouco descompromissado consigo mesmo. O jogador é uma unanimidade e ídolo dentro do grupo, devendo ser um exemplo para todos os seus companheiros. Recebe um alto salário e representa o maior clube do Brasil. Ainda mais em ano de Copa do Mundo, o atleta não pode perder essa oportunidade de participar da maior competição do futebol.

Superação é uma palavra fácil e conhecida no dicionário de Adriano, que superou inúmeras dificuldades na infância e até mesmo no início da sua carreira profissional no Flamengo, além da perda do pai, com o qual tinha muita ligação.

Querendo, o camisa nove dribla fácil esses problemas, passa direto pelos críticos, encobre as incertezas e marca mais um golaço na sua vitoriosa carreira.

Boa sorte Imperador!

Por William Von-Held

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A vitória da união


Antes de falar das gloriosas conquistas dos cariocas nesse Brasileirão, gostaria de relembrar alguns fatos. Tudo começou num Flamengo e Vasco, clássico de extrema rivalidade, em que Márcio Braga e Roberto Dinamite, presidentes dos respectivos clubes, sentaram lado a lado. Ali nascia um novo conceito de união e rivalidade. Em campo dois times lutando para vencer, e fora dele seus comandantes implantando um sistema de paz e união. Muitos criticaram a atitudes de ambos. É uma grande bobagem achar que torcedores dos clubes cariocas não podem estar juntos, visando o mesmo ideal em prol do nosso futebol.


O ano de 2009 não poderia ter sido melhor. Todos foram campeões. Cada qual com a sua grandeza. Onde muitos “adversários” torceram pelo bem do outro, para que houvesse o fortalecimento do futebol do Rio.


Foi lindo ver torcedores flamenguistas vibrando com os gols que salvariam Botafogo e Fluminense do rebaixamento. Isso eu vi e ninguém me falou! Foi uma vitória contra a ignorância.


Fiquei decepcionado ao ouvir de um botafoguense que disse torcer para seu time perder para o São Paulo (o que aumentaria as chances de rebaixamento do Alvinegro), pois ajudaria o Flamengo a ser campeão. Perguntei a ele: ”quer ver o São Paulo campeão pela quarta vez seguida e os cariocas passando mais um ano de vexames?” Por um instante ele refletiu, mas acabou reafirmando o seu desejo. Anti-Flamengo? Para mim é um infeliz com uma estrela solitária no peito.


A arrancada do Fluminense foi uma grande lição de vida e um exemplo de superação. Muito se fala de Cuca, que de fato foi extremamente importante para o Tricolor, mas na minha opinião a reação do time das Laranjeiras tem muito a ver com Fred. Dos pés do artilheiro é que saíram os gols e a motivação que o grupo precisava para reagir. Outro “jogador” responsável foi o torcedor. A recepção festiva e acolhedora no aeroporto após a goleada sofrida para a LDU, foi algo divino, capaz de ascender a motivação daqueles que poderiam ter perdido naquele jogo tudo que foi conquistado. A arrancada poderia ter parado naquela derrota, mas o grupo só se fortaleceu e foram devidamente reconhecidos como Guerreiros (sem as aspas e com letra maiúscula).


O Flamengo encontrou em Andrade o maestro de um grupo forte, mas que estava desgastado. Após a saída de Cuca, muitas coisas vieram à tona. Insatisfações, intrigas, acusações de falsidade, etc, foram questões pronunciadas pelos jogadores rubro-negros. Junto a importância do Tromba (como Andrade é conhecido) havia também Petkovit e Adriano, que foram os representantes de um grupo vencedor em todas as posições. Em todos os jogos havia um salvador. Seja nas defesas de Bruno, nos desarmes de Willians e Maldonado, na segurança de Álvaro e Airton, nas articulações de Juan e Léo Moura, na superação de Zé Roberto e por fim no gol de Ronaldo Angelim! Um grupo de superação e garra. Um time com cara de Campeão, aliás, Hexa!


Não poderia deixar de citar a volta do Vasco a primeira divisão. O Clube da Colina cumpriu sua obrigação, mas a fez de forma digna. Foi a vitória de um time que passou por uma grande transição política e que devido a grande turbulência, acabou sendo rebaixado. Não importa! Cresceu, se reergueu e reconquistou o respeito que só os grande têm. Esse é o Vasco versão 2010.


No próximo ano o Futebol Carioca terá uma nova cara. Terá o perfil de campeão brasileiro, de um futebol que sabe surpreender, que sabe retornar ao topo e principalmente daquele que deve ser respeitado, porque é forte, valente e tem a torcida que nenhum outro Estado tem. Esse é o futebol do Rio de Janeiro! Um verdadeiro vencedor e que está reconquistando o seu espaço.


Um forte abraço a todos.



Por William Von-Held

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cariocas Unidos Futebol Clube



Há muito tempo não passávamos por um momento tão interessante e emocionante como esse. O futebol carioca que há tempos não fazia um bom papel no cenário nacional está prestes a ser um grande destaque no ano.


Falar do Cariocão não conta, então vamos lá... No meio do ano o Vasco não chegou a final da Copa do Brasil, devido a um erro da arbitragem (não marcação de um pênalti claríssimo), em que o próprio árbitro reconheceu o equívoco e mostrou-se chateado com o ocorrido, que aconteceu no jogo contra o Corinthians, onde este acabou sendo o campeão. Poderia ter sido o time da Colina, sem dúvidas.


Na 2ª divisão, o Vasco cumpriu bem a sua obrigação. Não bastava conseguir voltar à elite, tinha que ser o Campeão. Conseguido o feito, podemos analisar que se deu de forma honrosa, com o apoio total e irrestrito da torcida, que compareceu em massa aos jogos e foi um grande destaque no retorno a 1ª divisão.


Os demais times também vêm proporcionando bons momentos as suas torcidas, aliás, o Botafogo nem tanto assim.


O time de General Severiano não passa por um bom ano. Foi tri-vice Carioca, passa por uma grande instabilidade no Brasileiro e não demonstra muito poder de reação. Alterna boas e péssimas partidas, deixando confusos os torcedores sobre a real capacidade da equipe. Acredito que o Fogão não seja rebaixado, mas depende dele mesmo.


O Fluminense acordou e não sabe há muito tempo o que é derrota. A grande apreensão é sabermos se acordou a tempo, pois não depende somente de si, mas de outros resultados para permanecer na primeira. Se dependesse somente do próprio time, acredito que não haveria problemas e ficaria na elite.


O Flamengo está muito próximo de ser campeão. Vou explicar! O time da Gávea está num ótimo momento, ao contrário de seus adversários que vem de seguidos tropeços, menos o São Paulo que mostra mais regularidade. Andrade ajeitou o time, que viu no seu treinador um amigo, humilde, sincero e batalhador. As vindas de Maldonado e Álvaro acertam a equipe, sem esquecer ainda de Pet que fez do Fla um time com condições de chegar, a princípio, no G-4. As pretensões da Gávea aumentaram e o Rubro-Negro luta pra ser campeão.


Para o interesse de todos se encaixarem, um deve ajudar o outro. Os times devem vencer, óbvio, pensando na sua pontuação na tabela e ao mesmo tempo nos benefícios dos outros. Quando o Fluminense venceu times da grandeza do Palmeiras ajudou o Fla, assim como este venceu outros tantos que ajudaram tanto ao Flu quanto ao Bota.


Fiquei triste de ouvir da boca de alguns amigos Botafoguenses que preferem ver o Alvinegro perder para o São Paulo e ser rebaixado ao ver o Flamengo campeão. Ora, será possível? Somos do Rio, e as nossas rivalidades devem se restringir às quatro linhas do campo, pois fora dele, temos sim, que torcer pelo fortalecimento, crescimento e a volta do respeito ao futebol do nosso Estado.


Que o Fla seja o Campeão, o Bota siga firme na Série A, assim como o Fluzão, que além de permanecer, que seja o Campeão da Sul-Americana. Sem esquecer, é claro, do Vascão voltando a brilhar no ano que vem, reforçando o Rio na elite do Brasil.


É isso!


Um abraço a todos.



Por William Von-Held

sábado, 14 de novembro de 2009

Previsões para o imprevisível



Desde o começo do campeonato, já apostei em uns seis campeões diferentes. Antes de a bola rolar, via o Corinthians como o time mais qualificado, e favorito ao título. A janela de transferências jogaram minhas previsões por água abaixo. Comecei a pensar então no Internacional, time que começou com bastante fôlego, embalado pelas feridas do vice-campeonato da Copa do Brasil. Mas não deu. O Inter caiu de produção, Tite perdeu o emprego, e o time hoje está longe do título. Aí veio o Atlético-MG, mas deste sempre desconfiei. O Roth nunca me enganou. Pode ser que me engane esse ano, mas acho difícil. Meu quarto candidato, o Palmeiras parecia apresentar a combinação perfeita: assumiu a liderança do campeonato e contratou o técnico que é o atual tri-campeão do torneio. Parecia que a coisa ia. Mas hoje o Palmeiras apresenta um futebol pior que o do Barueri. Cheguei a pensar, acredite vocês, que o Grêmio - que tem um dos melhores elencos do Brasil - fosse tomar jeito após vencer sua primeira partida fora de casa, e embalar rumo ao título. Pois foi só vir o primeiro jogo fora do Olímpico, para eu me desiludir. Hoje, aposto no mais certo: São Paulo. Pode ser que eu me engane - e a probabilidade é grande, já que este campeonato não tem lógica alguma -, mas o São Paulo vai ser hepta/tetra. Fatores místicos apontam para isso. O Simon também apontou. Coisas estranhas estão acontecendo, ou melhor, continuam a acontecer. O enredo é o mesmo, só os personagens que mudam. Ano passado, o protagonista também era o tricolor paulista, que, a exemplo deste ano, arrancou fulminantemente rumo ao título. Pelo caminho, sempre esteve com seu companheiro fiel: o apito amigo. Em 2008,o juiz dos ingressos da Madonna (quem não se lembra disso?), em 2009, o Simon "terão que provar algo contra mim".


Não sei. De verdade. Mas algo me diz que o São Paulo vai ser campeão...ouço o apito da vitória tricolor. Pode ser que eu me engane, como já disse. E espero estar enganado, pelo bem da dignidade do futebol brasileiro - se é que ela ainda existe.



Na parte de baixo, só uma certeza: o Sport está rebaixado. Quem diria. O mesmo Sport que começou o ano invicto, disputando (e bem) a Libertadores da América, com Ciro, uma das maiores promessas do atual futebol brasileiro, hoje, está arrumando suas trouxinhas para jogar a Série B em 2010. Mas e o Fluminense? Nem sei mais. O Fred & Conca Futebol Clube parece que tomou um rumo. Talvez tarde demais, talvez não. Isso só o tempo irá dizer. O que antes parecia impossível, hoje se tornou apenas "difícil". O Fluzão tem a possibilidade de ficar na Série A, mesmo que a B o esteja puxando pelo pé. Ah, e o Botafogo escapa...



Acho engraçado o rumo que este campeonato tomou. O Flamengo era um time morto que fazia figuração na competição. Levou uma sonora goleada do mau-das-pernas Coritiba, e sofreu uma derrota humilhante para o Sport - por 4x2, após estar vencendo por 2x0. O time estava desmoralizado. E aí contratou Petkovic. Ou melhor, Petkovic "se contratou" para o Flamengo. A chacota foi geral. Pet foi chamado de "jogador de showbol", "ex-jogador", "mercenário". E não é que deu certo? O camisa 43 (43? por que?) comandou o time do Fla em mais uma arrancada sensacional (comparada até a de 2007). Claro que a gente não pode esquecer de Adriano, que voltou a imperar, agora no Rio de Janeiro, e de Maldonado e Álvaro, que ajustaram o antes desajustado sistema defensivo rubro-negro.



Outra coisa engraçada foi o jejum do Grêmio fora de casa. Era um time pra ser campeão, com um elenco formado por bons jogadores, experientes e jovens. Victor brilhou, como já havia feito em 2008, e agarrou firme o posto de melhor goleiro do país. Os garotos Mário Fernandes e Adilson foi uma grata surpresa, não só pro tricolor gaúcho, mas para o Brasil inteiro. Souza já tem 12 gols no campeonato - fez ao todo 17 gols pelo São Paulo, somando os três anos que foi campeão brasileiro. Até o reserva Jonas, muito criticado, chegou aos 14 gols. Além de tudo, a diretoria manteve a base no meio do ano, ninguém saiu. E Rochemback, Lúcio e Renato, ex-Ponte, chegaram. Mas as vitórias fora de casa nunca chegaram, e o tricolor, mesmo com o melhor ataque, a melhor campanha em casa (mais de um ano de invencibilidade) e o melhor saldo, amarga apenas a nona posição. Vai entender...

E o que falar do Avaí? Quem esperava? Um 3-6-1 amarrado do jovem e talentoso técnico Silas que deu certo. O time catarinense deu trabalho, tanto em casa, na Ressacada, quanto como "visita". Foi bom ver o volante Léo Gago e o centroavante Willian jogando. Fora o talento dos meias Muriqui e Marquinhos. Deu gosto de ver. O mesmo caminho seguiu o Barueri, muito forte dentro da Arena. Fernandinho, Everton, Márcio Careca, Val Baiano, Ralf...muita gente boa. Fora o sensacional Thiago Humberto, um dos melhores jogadores do campeonato.



Campeonato, este, formado de surpresas atrás de surpresas. Não vou fazer nenhuma previsão aqui. É inútil. Só vale esperar, e torcer.



Minha seleção do campeonato:



GOL Victor (Grêmio)

LAT Apodi (Vitória)

ZAG Danilo (Palmeiras)

ZAG Réver (Grêmio)

LAT Júnior César (São Paulo)

VOL Fabrício (Cruzeiro)

VOL Maldonado (Flamengo)

MEI Diego Souza (Palmeiras)

MEI Petkovic (Flamengo)

ATA Diego Tardelli (Atlético-MG)

ATA Adriano (Flamengo)


TEC Ricardo Gomes (São Paulo)




Por Filipe Rangel

filipe_faria90@hotmail.com

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um Rio feliz!



A última rodada do fim de semana passado foi perfeita! Os quatro clubes grandes do Rio de Janeiro venceram. Lavamos a alma. Cada time ajudou a si mesmo e colaborou com o outro.


Começamos com um parabéns cheio de alegria ao Vasco pela volta a série A, de onde nunca deveria ter saído, mas que mesmo com o descenso no ano passado, nunca deixou de ser um grande time. A vitória sobre o Juventude por 2 a 1, no último sábado, foi muito dura, o jogo não foi bom enquanto a bola rolava, mas nada disso importou. Com o recorde de público no Maracanã (82 mil torcedores) o Vascão vem com tudo para reforçar o futebol carioca no próximo ano.


O Fluminense comandado por Fred vem de uma invencibilidade de nove jogos, contra tudo e contra todos. A vitória fora de casa contra o Cruzeiro e em casa diante do Palmeiras dá esperanças ao torcedor, que vê o time com totais condições de permanecer na Série A. O grande problema é que o time pode ter acordado um pouco tarde, mas enquanto houver chance, haverá esperança.


O Botafogo segue firme na permanência na elite. A vitória no Engenhão por 2 a 0 sobre o Coritiba, foi fundamental, haja vista que o Coxa é um adversário direto na zona das incertezas.


A vitória mais emocionante e inesperada por alguns se deu no Mineirão. O Flamengo soube superar com muita inteligência a pressão do Atlético antes e durante a partida. Torcedores do Galo passaram a noite anterior ao jogo fazendo muito barulho e arruaça na frente do hotel onde a delegação rubro-negra repousava, mas não adiantou. Em campo, o gol olímpico de Dejan Petkovic deixou o estádio lotado em estado de choque. Outro belo gol do Maldonado deu ainda mais motivação a manter o ritmo em que o time se encontrava. O time mineiro ainda continuou tentando empatar, mas o time da Gávea soube se defender. Depois disso Adriano fechou o placar em 3 a 1, o que deu a condição real de dizer que o Flamengo hoje briga pelo título. Não depende somente de si, mas do tropeço dos outros postulantes ao Campeonato, mas como nada está definido...


Ufa! Quanta emoção neste fim de semana. Esperamos que toda a rivalidade existente no futebol carioca se resuma as quatro linhas do campo. Fora dela é necessário que haja união entre as diretorias e torcidas. É muito desagradável ver a possibilidade de ter apenas três times cariocas na Série A, deixando o monopólio do futebol paulista reinar, como tem ocorrido nos últimos anos.


Parabéns aos quatro times pelas vitórias e por terem proporcionado aos torcedores momentos de alegria e esperança. Não esqueçam, vamos torcer um pelo outros e vencer as partidas lembrando que a cada vitória, além de melhoras na classificação, estará automaticamente colaborando com a pretensão do time/irmão.


Um abraço a todos!


Por William Von-Held